Nova propaganda “Men with Talent” da Heineken

Novíssima propaganda “Homens com Talento” da cerveja Heineken.

Não dá nem pra falar que é sexista, ou dá?

Tributo à seleção da França 2010

Vencedores do Grand Slam no Six Nations de 2010.

Emocionante.

Via Rugby Dump

IRB lança campanha contra pirataria na Copa de Rugby

Veja o vídeo que a International Rugby Board lançou para alertar sobre ingressos e merchandising falsificado da Copa do Mundo de Rugby.

YouTube – RWC 2011 – Deflated Ad

Imprensa nos tempos de copa

Faltando pouco mais de 70 dias pro início da primeira Copa do mundo na Africa, todos os interessados por futebol e até aqueles nem tão interessados assim, em algum momento se pegam comentando escalações, esquemas, quais serão os possíveis destaques do mundial.

No meio jornalístico então, a coisa fica BEM mais (in)tensa. As competições nacionais e internacionais desse semestre servem somente como aperitivo,afinal, “estamos em ano de copa”. Como um “fã do esporte”, não consigo observar a atual postura da imprensa esportiva sem critica-lá.

A coisa está tão feia que ultrapassa o debate Globo x ESPN (tema para outro post).  Respeitando suas óbvias diferenças, os dois meios adotam postura  semelhante nesse ano.

A infinita e chata forçação de barra para a convacação do Ronaldino Gaúcho e as desmerecidas criticas sobre o técnico Dunga, no meu ponto de vista passam por um ponto bem maior do que a simples preferência pelo talento/postura de um  ou outro.

Creio que por terem assistido diversos mundiais, nossos comentaristas esportivos vivem uma utopia de que o Brasil sempre entrará na copa com os melhores jogadores ou aqueles que estiverem em melhor momento e com poucos acertos tácticos ,pois técnica temos de sobra, facilmente encaixariamos uma sequencia de 7 belíssimos jogos e colocariamos as mãos no caneco. No maior estilo Garrincha após a conquista de 58 diriamos: “Campeonatozinho mixuruco, nem tem segundo turno!”.

Em 21 anos de vida,  não me orgulho em dizer isso mas, NUNCA vi  uma conquista da seleção ser fácil.  Por mais duro que seja pra algumas pessoas (especialistas ou não) acreditar, existe grande equilibrio na disputa de uma Copa do mundo. Em 18 edições, ganhamos 5 vezes, mas é bom lembrar que não estamos tão distantes da Itália(4) e até mesmo da Alemanha(3) e Argentina(2).

Por isso  acredito que em termos de preparação para essa competição sequência de trabalho > momento do jogador. A questão vai além do “esse tem que ir porque é craque” alardeada pela mídia.  Em nossa história de títulos temos exemplos vitoriosos de seleções com maioria de perebas e um comando frouxo (94) e de maioria de craques e um comando sólido (02). Também temos exemplos de seleções que jogaram e encantaram o mundo, mas infelizmente NÃO GANHARAM NADA (82 e 98).

O esporte mudou muito em termos fisícos e táticos, possibilitando momentos de beleza em um futebol considerado “pragmático”.

Enfim, é triste ler/ouvir coisas como “se não levar o Gaúcho não vai ganhar” vindo da melhor equipe de jornalistas esportivos do país (alô, ESPN). Creio que a postura da imprensa deve ser levantar questinamentos com fudamentos que ultrapassem julgamentos pessoais ou interesses comerciais. O próprio técnico da seleção já afirmou que não haverá espaço para surpresas, o que torna toda essa campanha pela convocação de um suposto gênio da bola, que salvaria a pátria em um caso especifíco (a lesão do nosso camisa 10) uma grande chatice.

Na moral, se tem um cara que merece ser convocado pra seleção, pelo momento o nome dele é LIONEL MESSI.

Vestido com as roupas e as armas de,

MrJorge

a.k.a Umbabarauma, ponta de lança africano.

#stopsmoking2010 – Número quatro

Pra quem não viu Trainspotting, é um bom filme sobre a vida de jovens escoceses dos 90 que desgostam do estilo de vida de consumo e família imposto pela sociedade e entopem a cara de drogas. É muito mais que isso, vale assistir. Certa parte do filme, o personagem principal, Mark Renton (Ewan McGregor) descreve um método para se largar a heroína: 3 baldes, uma pra cagar, um pra mijar e um pra vomitar, sopa de tomate em lata suficiente pra te alimentar por três meses, uma TV.  Tranque a porta e jogue a chave fora. Em três meses você está livre do vício.

Hoje, vivi algumas sensações que devem se aproximar ao que o Mark deve ter sentido, nas devidas proporções. Hoje a abstinência encontrou os sentimentos adversos.

Sabe quando estamos naqueles dias pessimistas e só  pensamos de modo negativo? Quando se sentir sozinho é estar abadonado, quando ficar bravo é querer arrebentar a cara de alguém, quando perder é ser derrotado? Lógico que você sabe. Pois é, minha quinta-feira foi  dessas.

Dormi duas horas a mais graças as chuvas que foderam com a cidade de São Paulo e só precisei encontrar meu padrasto as nove, para trazê-lo para Santos. Mesmo tendo acordado as nove, ainda é muito pouco sono pra quem foi dormir as cinco, bêbado. Cheguei em Santos e dormi, almocei e dormi de novo. Acordei as cinco da tarde, fazendo jus a um característico dia de ressaca. Li alguns quadrinhos sem vontade, vi alguns filmes sem rir muito, recusei um convite de jantar num restaurante com meus pais. Voltando da carona que acabei de dar pra minha irmã pruma festinha que ela foi, o assento do passageiro vazio não me deixava parar de olhar pra ele e insistia em fazer meu peito apertar, louco pra que ele estivesse ocupado. Um carro atrás de mim começou a buzinar porque eu parei graças a minha injeção eletrônica bixada e, por pouco, por muito pouco mesmo, eu não desci do carro, na chuva pra iniciar uma discussão que eu estaria torcendo pra acabar em troca de socos.

A cada flash de pensamento negativo uma mesma palavra vem a cabeça: CIGARRO. To sozinho, queria uma mina aqui… CIGARRO. Trânsito desgraçado, não anda nada… CIGARRO.

Quando eu apresentei a abstinência aos sentimentos adversos não imaginei que eles iam partir pra cima da força de vontade juntos. A força de vontade agora vai ter que segurar firme, aguentar bastante, porque esses dois sabem bater forte.

La celeste y blanca color que llevo en mis venas

No início do mês, o clube de futebol mais maneiro de toda argentina, o glorioso Racing Club de Avellaneda apresentou seu novo uniforme para a temporada.

A empresa que fornece o material esportivo é a Olympikus, a mesma que faz o uniforme do Flamengo por aqui, e na minha opinião achei que a primeira camisa ficou um pouco feia.

Primeira camisa

Segunda camisaLa Academia também vendeu sua cota master de patrocinío para o Banco Hipotecario Nacional , que resolveu adotar uma postura muito diferente da grande maioria dos patrocinadores. Eles simplesmente não vão estampar a logomarca do banco na camisa do time.

Placas de publicidade no gramado, banner de entrevista coletiva, enfim, todo o resto contará com o logo do banco.

Que aproveita a oportunidade e cria o conceito “Le devolvemos la camiseta al hincha”, ou seja, devolvem a camisa aos seus donos reais, os torcedores. Boatos dizem que essa relação do banco com o clube é dessa forma pois dirigentes do clube seriam “hinchas” de Racing.

Verdadesejadita essa idéia é sensacional.

Vestido com as roupas e as armas de,

MrJorge
(que posta pouco, mas também ama vocês).

#stopsmoking 2010 – Número três

Esse negócio de parar de fumar, dessa vez, tá sendo mais fácil. Estou até com um pouco de vergonha de vocês que estão lendo. Quando pensei em escrever essa série de posts, achei que iam rolar boas histórias, tensas, com momentos de climax intenso, mas a real mesmo é que não tá sendo tão difícil assim.

Claro que as coisas não estão na mesma. A balança me deu um aviso ontem: “Guilhermê, 2 kilos a mais hein, mano. Te liga”. Ansiedade tá bombando. Ontem o negão (@mrjorge) abriu uma caixa de amanditas. Tive até que avisar o pessoal que estava na sala: “Aê, quem quiser comer aqui, fica esperto que tá aberto. E sabe como é..”. Uma atrás da outra devorei aquelas bolinhas de biscoito e creme de gordura, atingindo um número que deve ter alcançado o dobro de amanditas em relação aos outros comedores.

Novo hábito para 2010: ter sempre chicletes comigo. Nunca fui muito fã de chiclete, nem de balas tipo halls, nem essas coisas de caixa de padaria. Mas, agora, amigo, virou necessidade. Pensei em cigarro, vi algum maço olhando pra mim, pimba, chiclete. Tô tentando acreditar no que vai escrito nas caixas que dizem “sem açúcar”. Tomara que ainda possamos confiar na indústria alimentícia, porque, se não, to fudido.

É difícil não pensar em comida nas horas que eu fumaria meus antigos vinte cigarros diários. Portanto, para os amigos e familiares que não vejo á um tempo por causa das festividades cristãs de final de ano e férias da faculdade, espero encontrá-los num peso próximo ao da última vez que nos vimos. Pelo menos mais corado eu vou estar. Como diz minha mãe, com “cara de saúde”.

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